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C R E D I T O S

Tantas pessoas a agradecer que passaria o ano falando o nome de todas.Primeiro ao pessoa do Soucer Code, especialmente a Pyrite Wolf (pela caixa de news), a Fanatica_77 (por toda skin) e ao Poximaker, (pela pagina html).Também agradeço a diversos sites que arranjei as imagens, mas são tantos que não poderia colocar seus links. Aos staffer's que vem cada dia melhorando o RPG. E a você, jogador, que nos ajuda a cada dia crescer.






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{FP} Finnick O. M. Hale

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{FP} Finnick O. M. Hale

Mensagem por Finnick O. M. Hale em Qua Set 11, 2013 9:01 pm


Ficha de Reclamação

História!
No dia 25 de dezembro de 1996, a família Hale foi presenteada com o nascimento de duas lindas crianças gêmeas, filhos de Robert Florence Hale – o executivo mais velho e quem cuidava atualmente dos negócios da família, fazendo-a explodir no sentido econômico – chamadas de, respectivamente,Finnick e Peeta Hale. A festa na mansão era geral. Em todos os cantos era possível observar os empregados, membros da família, amigos (tais como os Canderali e os Nokosti representados por respectivamente: Marie Candelari e Severac Nokosti) e convidados.

A verdade por trás do nascimento dos gêmeos Finnick e Peeta era um segredo que somente Robert e a mãe das crianças sabiam. Para o restante da família, Robert havia se apaixonado - em uma de suas viagens de negócios - por uma executiva chamada Bernice e ao voltar para Bristol, carregava nos braços duas sementes do futuro da família. Após o nascimento dos primogênitos, Bernice desapareceu sem deixar rastros, bom fora os gêmeos, pálidos, de cabelos negros e olhos azuis como a noite mais clara. Sem ter explicação exata para os acontecimentos e o surgimento das crianças, a família aceitou tal teoria como a mais provável, mesmo que não compreendessem o desvio de conduta de seu filho prodígio. Porém ante todos os fatos, Finnick e Peeta não eram normais, muito menos meros mortais. A verdadeira mãe das crianças não era Bernice, a executiva misteriosa e sim Selene, que havia se encantado pela natural segurança em si mesmo, o modo talentoso e amável para com as outras pessoas e como qualquer deusa teria poder, seduziu o homem até conseguir tomá-lo para si em seu leito.

Conforme os anos se passavam, Finnick e Peeta mostravam-se verdadeiros herdeiros dos genes que puxaram de Robert, aos cinco anos eram bilíngues – por necessidades de comunicação de sua cidade – possuíam domínio completo em inglês e em francês. Aos sete anos possuíam domínio em mais duas línguas, eram elas: russo e italiano. Mas foi em um dia de verão em que tudo começou a dar errado na vida de Finnick...

O garoto não tem certeza absoluta de como a discussão começou (os médicos chamaram isso de negação por trauma), mas em um momento os gêmeos estavam brincando e no momento seguinte estavam dando chutes, socos e até mesmo mordidas uns nos outros. Gritos e xingamentos chamaram a atenção de Robert – que milagrosamente estava em casa e correu para a base das escadas pensando que seria só um grito de: “Comportem-se!”, e as coisas voltariam a ser a paz de minutos antes... Grande engano o de Robert. Em um momento de raiva, Finnick não considerou sua força um pouco maior que a do irmão e com um empurrão próximo de mais da escada, fez o mais novo descer rolando escadaria abaixo e... Parando com o pescoço, braço esquerdo, perna direita e coluna dobrada em um ângulo nenhum pouco natural.

Após o acidente, com Peeta - que veio a falecer antes da ambulância chegar à mansão, em menos de dez minutos – Robert entrou em uma espécie de bolha nostálgica pessoal. Trancou-se na suíte e de lá anda entrava ou saia, às vezes comida era deixada na porta e no dia seguinte só metade dela estava lá. Dois meses se passaram assim. Até que um dia, Finnick desistiu de esperar. E contrariando James (o psicólogo que o acompanhava a todo lugar desde o dia do acidente), esmurrou a porta até que ela abrisse. Com um prato com algumas comidas leves, frutas e suco, Finnick entrou no quarto do pai e o encontrou encolhido no canto mais afastado com uma faca prateada nas mãos.

- Pai... Por favor... Coma alguma coisa... Você precisa... – Finnick sussurrou no tom de voz mais calmo que podia, mas o homem estava fora de sua saúde mental. A única coisa que era fazer, fora comportar-se como um zumbi, era gritar em um idioma inventado por ele de olhos arregalados e expressão de pânico. Qualquer filho que visse o pai nesse estado estaria à beira de lágrimas e com o primogênito não era diferente.

- O que a mãe iria falar se te visse assim? – Murmura em um tom de quem sente dor a cada palavra.

As palavras pareceram surgir o efeito errado em Robert. O homem parou de gritar e passou a apontar a faca para o fruto do próprio gene. Lágrimas rolavam sequenciais na face do moreno. E as palavras ríspidas, gélidas e mortais foram proferidas:

- Selene. – Proferiu como se fosse uma maldição que deveria ser escarrada em algum canto - Aquela deusa desgraçada não fez nada por mim! Enfiou-me duas crianças nos braços! Duas malditas crias! Duas pragas! Dois monstros que atraiam criaturas perversas para minha vida! Para minha casa! Para minha família! E você é o maior dos monstros! Empurrou o inocente do seu irmão escada a baixo! Você, Finnick o matou por ser um monstro!

Finnick sentiu-se como um réptil. O sangue gelou como se tivesse sido transformado em nitrogênio líquido e o coração falhou as batidas. A cada grito, o hoemem de cabelos negros e pele branca enfiava a faca em seu próprio corpo. Perna, cintura, virilha, braço, e em todos os cantos que conseguia. Sangue vermelho vivo misturado ao negro de hemorragia escorria por praticamente todo o corpo do pai. A bandeja caiu das mãos do garoto e ele não tinha controle sobre os próprios músculos voluntários. A única coisa que conseguiu fazer foi observar o homem se matar enfiando a faca no meio da garganta e a rasgando como se fosse metal quente no queijo.

Nem haviam se passado um mês do enterro do irmão gêmeo – Peeta – e lá estava o herdeiro Hale novamente no cemitério enterrando outro parente próximo: o pai. Não demorou muito para que o garoto começasse a escutar os burburinhos. “A criança é amaldiçoada!”, “Ele fez com que o irmão se jogasse da escada!”, “Não! Foi ele mesmo que empurrou!”, “Ele fez um pacto com o demônio! Matava o irmão e o pai e conseguiria o dinheiro da família!” e piores iam ficando. A cada murmuro, o coração de Finnick tornava-se menor, como se estivesse sendo compactado em uma máquina de pressão. Lágrimas escorriam como cachoeiras.

Anos depois, Finnick encontrava-se em uma rotina simples: em casa dormia, comia se trancava em seu quarto escutando “rock paulera” e escrevendo em uma espécie de diário. Os anos que se passaram, eram repleto de uma infelicidade, desprezo próprio, raiva, mágoa e por ai seguia a lista de sentimentos ruins que atormentavam a mente e coração do garoto. Não posso esquecer-me de comentar que o garoto pegou a mania de cortar-se, fumar, utilizar (e também vender) drogas dos mais variados tipos para tentar aliviar a dor que os sentimentos ruins lhe causavam. E em uma dessas tentativas, um dos cortes acabou indo forte de mais e por consequência desse fato Finnick acabou indo parar no hospital.

Enquanto estava no hospital, durante a noite que passou lá, Finnick teve a experiência... Mais sobrenatural, empolgante, assustadora e estranha de toda a sua vida. Peeta, vestido todo com uma calça, camisa e uma jaqueta de couro negro apareceu sentado em cima de sua cama. Ele o observava curioso. Possuía o mesmo rosto que tinha quando morreu. Com a voz infantil ele murmurou: “E ai Anta? Tenho que ser rápido, mamãe me deixou vir aqui pra te dar um recado. Papai vai ficar bem, eu estou bem... Estou morando na casa da mamãe agora, enfim, o recado era: quando uma loira aparecer e vá com ela para o Acampamento. Lá ela vai poder falar com você direito... Ah e Anta... A culpa não foi sua. Se você se comportar, mamãe deixou eu vir te visitar.” No momento em que Finnick piscou de forma lenta, apenas para certificar-se de que não era um sonho, mas a imagem do irmão gêmeo havia desaparecido. Piscou outra vez e então pegou no sono.

No dia seguinte foi liberado. Mas é claro que ele não desistiu da vida de traficante, usuário e auto mutilador. A única mudança foi o cuidado para não deixar os cortes fundos por ter certo receio de ficar em hospitais. Não conseguindo tirar a aparição do irmão da cabeça, desistiu que não ficaria mais na mansão que possuía tantas lembranças fixas dele. Durante o dia encheu uma mochila com algumas mudas de roupa, um pouco de dinheiro, pegou seus cartões os enfiou na carteira e deixou a mochila no canto. Jogou-se na cama e se permitiu pegar no sono. No dia seguinte, acordou antes do amanhecer. Sem se importar com coisa alguma, levantou e foi tomar um longo banho. Ao terminar vestiu uma roupa totalmente negra, calça jeans, camisa de uma banda qualquer de rock, jaqueta de couro negro opaco, apanhou as chaves do Dodge Charger 1970, a mochila e deu um adeus a mansão.

Passou umas duas semanas na estrada antes de encontrar uma loira pedindo carona. Nesse tempo já se encontrava nos Estados Unidos. Mesmo sabendo que era estupidez, ofereceu carona a mulher. Nas primeiras cinco horas poucas palavras foram trocadas e Finnick jurava avistar uma criatura estranha perseguindo-o carro, mas por via das duvidas apenas acelerava mais o carro e isso deixa Charlotte (nome da loira que veio a descobrir depois de dar duas horas com a garota dentro do carro).

- Eu devo estar cansado... Estou vendo há quase uma hora vultos atrás do carro. – Murmurou Finnick depois de esfregar os olhos e ajustar os espelhos do carro.

- De-de-deve ser. Não me importo que acelere mais. Na verdade, acelere mais. Bem mais.

O tom de voz da garota era urgente, enquanto olhava para trás e avistava a sombra de um minotauro se formando a uns metros de distancia. Finnick pareceu não notar o fato de que a garota parecia uma maníaca olhando compulsivamente para trás e para os lados. Engoliu em seco e começou a ditar o caminho que Finnick deveria seguir. Após duas horas fazendo isso, ela relaxou e desatou a falar sobre assuntos aleatórios, iniciando uma conversa até que divertida sobre coisas triviais. Aos poucos foi descobrindo que a garota vendia e às vezes usava drogas, assim como ele. E outras coisas mais foram descobertas.
Ao entrarem em uma floresta, onde Charlotte ditava o caminho, passaram por um grande portal, onde o herdeiro conseguiu ler: “Acampamento Meio Sangue”. A garota murmurou com um sorriso de alivio quando o carro passou pelo portal:

- Bem vindo a sua nova casa...
Finnick Odairen Mellks Hale x 20 anos x
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Re: {FP} Finnick O. M. Hale

Mensagem por Lord Caos em Qua Set 11, 2013 9:04 pm

Aprovado ^-^

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Lord Caos
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