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Tantas pessoas a agradecer que passaria o ano falando o nome de todas.Primeiro ao pessoa do Soucer Code, especialmente a Pyrite Wolf (pela caixa de news), a Fanatica_77 (por toda skin) e ao Poximaker, (pela pagina html).Também agradeço a diversos sites que arranjei as imagens, mas são tantos que não poderia colocar seus links. Aos staffer's que vem cada dia melhorando o RPG. E a você, jogador, que nos ajuda a cada dia crescer.






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[FP] Plamen, Johanna

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[FP] Plamen, Johanna

Mensagem por Johanna T. Plamen em Seg Set 09, 2013 2:28 pm


Ficha de Reclamação

História!
Antes de tudo queria dizer que Johanna nasceu e cresceu na histórica cidade de Sófia, foi criada por sua mãe e seu padrasto. Junto de sua "irmã"... Agora vamos ao que interessa, que a história comece:


O Anjo Ferido


Você desce as escadas monotonamente enquanto, com muito esforço, dissimula um sorriso. Sua única vontade é se trancar em seu quarto, mas sabe que sua mãe te mataria se você não comparecesse àquele estúpido jantar em família. Você, contudo, não entende a razão de estar presente em um lugar no qual todos irão te ignorar, vão fingir que você não existe e te tratar como se fosse invisível. Sua mãe também sabe disso e é justamente com esse objetivo que a obriga a sair de sua zona de conforto, ela adora te torturar e se sente em júbilo ao vê-la sofrer. Às vezes você se questiona como alguém pode ser tão cruel com a própria filha, mas ela é Elizabeth D'Aqua Nirady, ser cruel é algo que está em seu sangue e evidente em cada ato de sua personalidade doentia.

Quando finalmente chega a grande sala da mansão Nirady todos já estão reunidos, no entanto, ninguém nota sua presença, você já deveria estar acostumada, ainda assim no ápice da sua inocência e tomada por toda a doce esperança existente nas maiores profundezas de seu tolo e pobre coração, você ainda acredita que um dia as coisas possam mudar, ainda acredita que um dia finalmente despirá a capa de invisibilidade que há muito fora colocada sobre sua cabeça. Você ainda acredita que um dia será verdadeiramente amada...

Pobre Joha, pobre criaturinha ingênua e iludida... Pobre Joh que insiste em acreditar em românticas utopias e contos de fadas...

Não te contaram querida, que sonhos são para os tolos e que a esperança é a forma mais lenta e dolorosa de suicídio? Não te contaram criança que finais felizes só existem nos livros? Você deveria tê-los ouvido Johanna, você deveria se abster da ficção e de todos os meios que propaguem tais insanidades, assim você sofreria menos pequena, assim você evitaria grande parte da dor que carrega em seu coração frágil e infantil.

Você olha ao redor e todos continuam imersos em suas estúpidas conversas e você se encolhe em um canto pequeno da sala e ali permanece. Você vê como sua mãe conversa animadamente com sua tia e seu padrasto mantém a frieza e um diálogo formal com seu tio , não é como se você pudesse de fato esperar algo diferente de frieza de Theodore Nirady, mas ainda assim você insiste em manter sua estúpida e infundada esperança.

Do outro lado da sala está sua irmã Ruby, uma cópia tão fiel de sua mãe que você se pergunta como duas pessoas podem ser tão parecidas. Ela é linda, inteligente, ambiciosa e o mais importante: uma bruxa de verdade; a herdeira tão sonhada por seus pais e embora seja dois anos mais jovem que você é para ela que são destinados todo o afeto e admiração. Ruby é o orgulho da família, você é apenas um erro inconveniente, uma pedra no caminho da perfeição...

Ruby conversa com Scorpius, mas ele não parece muito interessado no diálogo. O loiro volta seus olhos para a sala e lhe dirige um sorriso simpático, você gosta de Scorpius e de como ele não finge que você não existe, você gosta de Scorpius e de como ele não lhe trata diferente por ser uma excluída.

Logo o jantar é servido e você fixa seus olhos no prato enquanto mexe desinteressadamente na comida. E durante todos os tortuosos minutos que se seguem é obrigada a ouvir seu tio se gabando sobre fantásticos feitos de seu primo na faculdade enquanto sua mãe lista todas as conquistas de Ruby. Você é brindada com a exposição da perfeição alheia e com a clareza da sua insignificância. Ninguém vai dizer como está orgulhoso de você, simplesmente porque ninguém se importa com você.

Ninguém se importa com o fato de você ser a melhor aluna da turma, com suas notas e currículo impecável. Ninguém se importa com os concursos de redação que você venceu ou com o fato de você ser a representante de turma e presidente do grêmio estudantil. Não importa quanto você tente ou se esforce, eles simplesmente não se importam.

Você está tão determinada a ser sempre a melhor, tão desesperada para alcançar a perfeição que não se permite erros. Você tenta insanamente se destacar, apenas para conseguir migalhas de atenção e resquícios de admiração. Você só quer ser amada, mas esse parece um sonho muito distante.

Talvez se você ao menos fosse bonita sua mãe te amasse. Ela já lhe disse isso, parece que foi há muito tempo, mas as palavras ainda queimam em sua mente, ainda dilaceram seu coração. Você só tinha 12 anos e ela descarregou toda sua fúria e amargura em você. “O que eu fiz para merecer uma filha como você Johanna? – ela disse acidamente. – Não bastava ser uma semideusa também precisava ser tão sem graça? Tão estúpida, inútil e desengonçada... Você nem mesmo é bonita Joha Você é apenas uma coisinha fraca e imprestável, uma vergonha para qualquer família.”

Você sente as lágrimas se formarem em seus olhos, mas as reprime violentamente. O tempo parece se arrastar, mas assim que seus tios finalmente partem você corre pelas escadas e se tranca em seu quarto. Deixa que as lágrimas finalmente corram livres por seu rosto enquanto caminha para o banheiro.

“Você nem mesmo é bonita Johanna!” As palavras a assombram, você sabe que é verdade e é essa certeza que a motiva a se ajoelhar no azulejo gélido e se livrar de todo o seu jantar. Esse é um ato tão freqüente que já faz parte da sua rotina, você não sabe quanto tempo fica ali, mas não para até não haver mais nada no estômago. As lágrimas continuam caindo e a dor em seu peito é tão grande que você sente que vai sufocar.

Estúpida. A voz grita em sua cabeça.

Você se levanta lentamente e caminha a passos trôpegos até uma pequena gaveta.

Inútil.

Você a abre devagar.

Desengonçada.

Retira a lâmina com cuidado enquanto suas mãos a seguram trêmulas.

Você nem mesmo é bonita.

Você faz o primeiro corte.

Coisinha fraca.

Mais lágrimas caem.

Imprestável.

O sangue corre.

Uma vergonha.

Dor. Dor física. E finalmente alívio...

Oh, doce Joha, criança tão ferida, garota tão quebrada, não se machuque mais, pequena. Não se destrua tanto anjinho. Você não merece sentir tanta dor e carregar tanta tristeza. Não se afunde em trevas, meu anjo,meu doce e puro anjo ferido...


A estrada de Joh


Você então escova seus dentes sem nenhuma vontade de voltar para o quarto, um longo suspiro escapa de seus lábios, a lua brilha lá fora, você se debruça contra o peitoril da janela e vê dois lindos cavalos negros. Mas não vê só os cavalos, vê uma menina e uma outra criatura. O que eles farão com os belos cavalos? Não podiam machucá-los não mesmo, não criaturas tão perfeitas.

O que está fazendo criança? Desça dessa jane... já é tarde você está cada vez mais perto do chão, seu sapato alto te atrapalha na descida da escada, o vestido está ficando cada vez mais sujo e você sabe que sua mãe fará você mesma lavá-lo, mas não importa, seu objetivo é importante demais.O que eles estão fazendo? Os cavalos avançam ... NÃO! O ser meio homem meio bode bate com uma barra de ferro no rosto de um deles e é como se tivesse lhe cortado o coração, como ele podia ser tão maldoso e cruel com tal criatura? Ele some nas sombras, mas ele votaria, a menina se mantinha com o cavalo. Ei espera ela está subindo a escada de incêndio de perto de você.

Você só observava os movimentos violentos e graciosos da garota morena. Quando ela chegou perto o suficiente, junto a janela, Joh já não sabia se vibrava pelo cavalo ou pela menina.

- Não!

Você esbraveja quando vê a garota jogar vasos de planta pesados no cavalo, tentou impedir segurando-lhe o braço, mas a menina não escutou a a garota de vestido não conseguiu pegar-lhe o braço. Então você pula da escada de encontro ao cavalo, dessa vez quem tenta pegar-lhe o braço é a morena, mas você não dá essa chance à ela não é mesmo Joh?

A garota morena parecia não ver a de vestido, o cavalo parecia ferido, um sentimento te invade por um minuto , sua vida parece acabar diante dos seus olhos quando a morena enfiou a barra de ferro no cavalo e o fez sumir em uma novem de poeira diante dos seus olhos o ser meio homem meio bode se aproximou.

- Como você pode fazer isso com o cavalo?

A morena deixa um riso escapar, você via sua perna machucada. O Sátiro jogou uma blusa e uma calça sobre seu corpo

- Troque-se, estamos atrasados e Quíron vai querer minha cabeça em uma bandeja.

Você joga as roupas em um canto, tira os sapatos e ainda emburrada sai com passos firmes. Eles não te intimidam não é mesmo Johanna? Oh não, você vê a morte quase todos os dias, porque eles te assustariam? Quem eles pensavam que eram pra falarem assim com você? Eles pararam na calçada quase entrando em um Táxi, mas então você se recusa a entrar de todas as formas plausíveis, oh não Joha não iria confiar neles.

- Vamos logo, eu não tenho tempo Barbie.

O sátiro falou o que só te deixa mais raivosa, a morena saiu do táxi, você ouvira o nome dela dito pelo sátiro, era Lorrie.

- Da pra você andar logo?Ou vou ter que ir aí te buscar, não tenho medo de cara amarrada, nem de uma garota mimada.

A Voz da morena saiu confiante, Johanna não era mimada, só um pouco revoltada, mas a morena impôs respeito e Johanna começou a ir a caminho do táxi, de uma maneira estranha você começa a gostar da morena, mas não transparece, não quer que a achem fraca. O taxista te olha, ele sabe quem você é, quem nessa cidade não sabe? Você se encolhe, percebe que os cortes em seu pulso ficaram a mostra, inutilmente você tenta esconder, tarde demais. Todos já sabem J, você irá confiar neles? Oh pobre anjo sendo arrastada sabes lá pra onde, oh pobre anjos sendo arrastada por sabes lá quem. Lágrimas começam a sair de seus olhos, você não tem para onde fugir, nesse momento queria ser uma mimada. Pelo menos alguém estaria te procurando, mas você não é isso não é Joh?


O Táxi parou, você nem pra fora olhou não é mesmo C? Lorrie desceu, voltou não muito tempo depois com comida e algum dinheiro, eles pareciam mais famintos que você , o táxi continuou sua viagem pra sei lá aonde, você no entanto não aprecia tão interessada quando deveria estar, começou a amanhecer e como Lorrie, você acabou por dormir, quando acordou estava no meio de uma estrada, deveria ter dormido demais, parecia já ter passado da hora do almoço, todos acordaram quando o Táxi parou, o sátiro deu algumas moedinhas estranhas pro taxista que sumiu no horizonte seu novo desafio era subir uma enorme colina. Você engole à seco e começa a subir, algum barulho chama sua atenção, mas você não liga e continua a subir. Seu estomago dói, você comeu tudo e ainda não vomitou C? Parabéns meu anjo! Mas seu corpo não está acostumado, algo te alerta que é melhor colocar tudo para fora, antes que aconteça-lhe algo ruim.


Pontos negros que pareciam pássaros começam a ficar maiores até que os três se dão conta de que são Harpias, o sátiro fica os distraindo, Lorrie e você sobem correndo a enorme colina, mas no entanto Joha, você não podeira deixar aquela criatura pra trás, volta enquanto Lorrie continua subindo, ela vê duas Harpias já longe levando o sátiro, sobe atrás de Lorrie que está a alguns metros de altura lutando com a harpia que a segurava pela gola da camisa, o único jeito era distrair. Um pequeno monte de pedrinhas foi sua única arma, B anjinho não tem força pra acertar né até que ... VOCÊ ACERTOU! A harpia olhou pra pequena loira e deixou a morena cair sobre a árvore despencando em alguns galhos, antes que você pudesse ir atrás de Lorrie ela teve que se proteger pegando um galho, ele era forte e tinha uma ponta...Então você vê tudo ficar preto, sente uma tontura e a última coisa que ouve é a voz de sua mãe dizendo "Inútil".
Johanna Talissa Löhnhoff Kügelge Iscariotes Plamen x 17 x
Hades x Búlgara x Luh

@Thay



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Re: [FP] Plamen, Johanna

Mensagem por Lord Caos em Seg Set 09, 2013 6:53 pm

Aprovada
Como não temos um Hades pra ele avaliar e eu acho que você escreve bem e merece a vaga.

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Lord Caos
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