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S T A F F
C R E D I T O S

Tantas pessoas a agradecer que passaria o ano falando o nome de todas.Primeiro ao pessoa do Soucer Code, especialmente a Pyrite Wolf (pela caixa de news), a Fanatica_77 (por toda skin) e ao Poximaker, (pela pagina html).Também agradeço a diversos sites que arranjei as imagens, mas são tantos que não poderia colocar seus links. Aos staffer's que vem cada dia melhorando o RPG. E a você, jogador, que nos ajuda a cada dia crescer.






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[FP] Bellator T. Plamen

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[FP] Bellator T. Plamen

Mensagem por Bellator T. Plamen em Sex Set 13, 2013 7:31 pm


Ficha de Reclamação

História!

Just the third child...


Uma história imperfeita, criada para ser seguida. Um caminho tortuoso e obscuro a ser seguido sem poder evitá-lo. Qualquer um se sentiria acabado, destruído, desolado. Qualquer um seguiria em frente a lentos e pesados passos até não poder mais. Qualquer um se permitiria cair morto, erguendo a bandeira branca, entregando a alma. Mas não ela. A pequena, tão indefesa a vistas, tão insignificante. Irrelevante. Tão magoada, tão esquecida. Carregada de ódio, dor e tristeza. Vazia. Inundada nas mais puras paixões humanas, movida pela vingança e pelo amor. Ou assim não seria?

Entendendo a história? Provavelmente não, afinal, se trata de uma louca (ou nem tanto) e já está no final. Quem se importaria com o que ela pudesse sentir ou pensar? Aparentemente, ninguém. Deixe-me voltar a inicio, ter tudo isso bem explicado. Colocar com cada ponto, sem exageros por lado óbvio, o que sucedeu e sucede com nossa garotinha. Permita-me voltar ao passado, revelar tudo aquilo que está guardado há um bom tempo. E talvez assim permaneça por outro bom tempo.

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Simplesmente a esquecida. A terceira cria. Nada importante. Um ponto cego em um campo de visão. Uma alma a mais. Apenas outra boca para alimentar, e nem isso era tido tanto em conta. Contudo, tanta irrelevância não atingia da forma que caberia esperar. Por lado contrário, a menina desenvolveu-se a frente de seu tempo, criando-se praticamente só, entre as penumbras da mansão. Teve de aprender a virar-se, afinal, mesmo que não fosse a freqüente vitima dos insultos, também não o era nos elogios. Talvez, no fundo de todas aquelas camadas de auto-suficiência e adaptação as suas condições, existisse um apelo por ser notada, mesmo que de forma negativa. Acontece que, ela é apenas mais uma peça de um pequeno joguinho.

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A garota desce as escadas, silenciosa e cabisbaixa. Não se importava com o jantar ou com as pessoas presentes. A dizer verdade, ela apenas via tal evento como uma reunião de pessoas feitas de vidro ou plástico. Diversas mentes vazias e superficiais reunidas em um local soltando palavras carregadas de ego ao vento. Por ela, não compareceria, porém, nunca se sabia se poderia suceder o raro caso da mesma ter alguma utilidade para os demais.

Ela apenas corria os olhos pelo salão ocultando o desprezo que sentia. Observava a todos e cada um com indiferença expressa ao tempo que analisava seus fracos aparentes, sabendo que cada um deles era mais imperfeito do que se dizia sobre os mesmos. Adulações vazias, adoração estúpida. Exemplos claros da inutilidade de pessoas vítreas. Cada palavra pronunciada, cada leve movimento, cada mera ação. Todos esses fatores provocavam náuseas na garota, tiravam-na do sério e aumentavam seu ódio por todas as coisas ocorridas ao longo do tempo. Por tudo o que havia tido de agüentar, mesmo que não se importasse, ela guardava rancor. Rancor que descontava em seus surtos, quando atraia aos demais para seu jogo. Quando os enganava e fingia ter prazer em conhecê-los para logo deixá-los com um enorme sorriso vermelho.

“Apenas continue sorrindo, eles nunca saberão onde você esconde os corpos”, lembrou que dizia a si mesma sempre que livrava-se de mais um dos cadáveres. E aquilo era certo. Ninguém nunca saberia. Ninguém além dos que haviam ido até lá levemente entorpecidos, guiados pela garota entre beijos e sussurros dóceis. Ninguém além dos que ali haviam perecido. O local havia sido descoberto muito tempo antes, quando a garota ainda era apenas um anjo intacto. Explorando o mais novo lar, no último nível do subterrâneo da mansão, por um acidente havia encontrado uma porta de ferro atrás do enorme espelho de entalhe vitoriano na moldura de ferro. E também por acidente, havia conseguido abri-la. No momento em que entrou, havia se sentido desesperada ao encontrar vários cadáveres ali. Reprimiu a vontade de gritar e sair correndo e chorando dali para avisar alguém sobre o que havia encontrado, motivada pela ignorância que lhe era dedicada. Após alguns minutos acalmando-se, dedicou-se a recorrer o local e memorizar o caminho. Por algum motivo, sentiu que aquilo ainda seria útil. Não os cadáveres. O amplio local dedicado a dar-lhes aquele destino e armazená-los. Certa novamente.

Após alguns segundos, a garota notou que havia aberto um suave sorriso lembrando-se de sua trajetória, vários anos sendo assombrada pela constante memória das pessoas cruelmente mutiladas e outros vários anos acostumando-se ao fato e mutilando novas pessoas. Suspirou e concentrou-se em voltar a observar os inúteis ali presentes. Suavizou o olhar apenas quando passou pela sua irma, Johanna, que mesmo não sendo tão plástica quanto os demais, provocava-lhe certo nível de irritabilidade. Ambas eram iguais, em quase tudo, exceto pelo fato de que Johanna era a perfeita filha. Bela, cuidadosa e inteligente. Agradava a todos os que desejava agradar e sempre parecia estar em seu auge. Sob o olhar da mesma, Bellator sentia-se inferior e mais insignificante do que era. Mas logo, aquela sensação passava. Suspirando, levantou-se e deu as costas a todos, subindo diretamente para seu quarto. Como sempre, ninguém havia notado e aquilo era agradável, pois de certo modo, possuía uma liberdade maior. Com um suspiro, entrou em seu quarto e desvestiu-se lentamente, trocando as roupas simples do jantar por um pijama qualquer. Antes de deitar-se, observou no espelho e suspirou, forçando um convincente sorriso ante seu reflexo. Deu as costas a superfície de vidro contendo a vontade de descer para contemplar seu pequeno passatempo. Observa uma cicatriz bem oculta na cara interna do pulso, algo provocado por uma de suas vítimas morde o lábio inferior e por fim se deita.

Após algumas horas de sono, ruídos ininterruptos a atormentam, com se uma insistente criatura tocasse sua janela. Ao descer as escadas e sair em silêncio, pronta para a atacar quem quer que fosse e fazer a criatura sorrir, deparou-se com uma estranha mistura de homem e bode. Antes que pudesse correr, gritar ou atacar, o outro falava nervosamente que o tempo estava acabando. Após uma explicação breve e uma figura sombria que parecia observá-los a distancia e aproximar-se lentamente, ela decidiu escutar o estranho ser. Pegou o imprescindível e partiu rumo. A última filha de Hades seria entregue a seu local.
Bellator Thamisa Löhnhoff Kügelge Iscariotes Plamenx 17 x
Hades x Búlgara x Mariana

@Thay


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Re: [FP] Bellator T. Plamen

Mensagem por Lord Caos em Sex Set 13, 2013 7:48 pm

QUE FICHA LINDA! Shocked 
Vomitando Arco-Iris enquanto te deixo com corzinha
APROVADA!

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Lord Caos
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